Não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícias
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Só por hoje não quero mais te ver Só por hoje não vou tomar minha dose de você Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam E essa abstinência uma hora vai passar...
Acho que era julho de 83
Eu sempre esqueço do dia
Mas lembro do mês
A gente mal se conhecia
Nos vimos apenas uma vez
Mas foi como a fotografia
De um velho filme francês
Não fosse a roupa que eu vestia
Naquele estilo new wave
Quem sabe eu conseguiria
Chegar perto de você
Adolescência vazia
Eu tinha quase 16
Ninguém me compreendia
E eu não compreendia ninguém
Fiquei ali sentado
Sentado sobre as mãos
Pensando em te perder
Querendo te encontrar
E foi então que aconteceu
Você me viu olhar
E veio em minha direção
Sorrindo disse: Olá
E neste dia começou
A nossa história
Que continua até hoje
E só parece melhorar
Ninguém me compreendia
E eu não compreendia ninguém
Acho que era Julho de 83
Eu sempre esqueço do dia
Mas lembro do mês
Te tenho com a certeza
De que você pode ir
Te amo com a certeza
De que irá voltar
Pra gente ser feliz
Você surgiu e juntos
Conseguimos ir mais longe
Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha
Hoje mais do que nunca somos dois
A nossa liberdade é o que nos prende
Viva todo o seu mundo
Sinta toda liberdade
E quando a hora chegar, volta...
Que o nosso amor está acima das coisas...desse mundo
Vai dizer que o tempo
Não parou naquele momento
Eu espero, por você
O tempo que for
Pra ficarmos juntos
Mais uma vez!
Te amo com a certeza
De que você pode ir,
Te tenho com a certeza
De que irá voltar
Pra gente ser feliz
Você chegou e juntos conseguimos ir mais longe
Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha
Hoje mais do que nunca... somos dois
Vai dizer que o tempo
Não parou naquele momento
Eu espero por você
O tempo que for
Pra ficarmos juntos
Mais uma vez (mais uma vez)
Não parou naquele momento Eu espero por você O tempo que for Nós vamos estar juntos Estar juntos Mais uma vez
Você é a princesa dos meus sonhos encantados,
quantas vezes eu sonhei com nossos corações atados,
não posso te presentear com jóias caras e dinheiro,
más posso te oferecer um coração que é verdadeiro.
Às vezes me pergunto, que tipo de milagre deveria acontecer,
para que você me enxergue, e me ame até o amanhecer...
Ou será que terei que roubar desse belo anoitecer,
as estrelas desse céu para dar só pra você?
A cada dia penso e tento o seu coração resgatar,
desse castelo sem saída onde ninguém pode escapar.
Vou correndo em meu cavalo, e esse muro eu vou quebrar,
e por fim os sentimentos dessa princesa conquistar.
Sem seus beijos minhas asas não podem se mover,
acredite, é verdade, você vai se surpreender.
Com o toque de seus lábios ganho forças pra voar,
e levar-te em meus braços e por fim poder te salvar.
- Vê difuntos ao mar? – sorriu ela – pena que não temos condições, ou seja, dinheiro.
- Difícil é nossos pais deixarem – sorriu.
- É mesmo! Mas iremos escondido e iriam mandar a policia atrás da gente. Se perguntarem por que estas comigo, dirás que me achaste e pedindo para voltar para casa, mas recusei.
- Então, se isso acontecer... Ficarei ao seu lado.
A família foi submetida à dinâmica de mudanças desde a sua origem. O que hoje chamamos de família, por exemplo, é bem diferente da família romana. Tão diferente que nenhum pai contemporâneo ousaria se espelhar o modelo do longínquo “paterfamilias”, gestor de uma maquina para adquirir e manter riquezas.
O próprio modelo de constituição da família se alterou enormemente. Será que todos nos lembramos que o rapto já foi uma pratica corrente – e legitimo – para a constituição de lares? Mais comum que o rapto foram os expedientes dos arranjos patrimoniais familiares e a compra. Ainda hoje, em varias partes do mundo, instituição do dote é de tal modo, imperativa, que podemos considerá-la como sucedâneo da compra.
Os avanços o aperfeiçoamento do regime familiar não impediram, contudo, que certas praticas arcaicas – e que hoje são consideradas modernas – se mantivessem como realidades sociais, tais como o divorcio, o concubinato, as relações extraconjugais.
A partir do século XI, sobretudo com o desenvolvimento das universidades em toda a Europa, renovaram-se os saberes filosóficos, jurídicos e teológicos, possibilitando substancial remodelagem de idéias sobe sexualidade, matrimonio e família. Impensável, hoje, ou pelo menos inadmissível, que uma família seja constituída ao arrepio do mutuo consentimento entre um homem e uma mulher, que chamamos de matrimonia-aliança.
Não obstante, os tempos atuais lançam uma serie de novos desafios para a família. Para alguns, vivemos numa sociedade pós-matrimonial. As relações sexuais fora do matrimonio não chegam a causar espanto, inclusive porque as modernas tecnologias facilitam o controle da natalidade. A estabilidade já nem sequer é considerada em varias camadas da sociedade, tomando-se todas as precauções jurídicas para o dia de amanhã, mesmo porque o divorcio, essa “perola” legada pelo militarismo do governo Geisel, mediante voto secreto de um parlamento desde aquela época com vocação para a falta de grandeza moral, é concedido com bastante facilidade.
Os intelectuais propõem novos horizontes derivados dos estudos psicológicos sobre a natureza da afetividade humana, chegando-se mesmo a aspiração de, como se diz, “uma sociedade sem pai”.
As grandes mudanças sociais, históricas, políticas, econômicas repercutem na vida familiar. Poderíamos lembrar, dentre outras, a revolução agrícola (que propiciou diversas formas de estar junto marido, mulher, filho e agregados), a revolução industrial, os fluxos migratórios, as políticas salariais, habitacionais, sanitárias, etc.
A comemoração do Dia dos Pais, atualmente, nos coloca vários tipos de reflexões. É claro que todo pai gosta de ser paparicado. Mas, para alem dos almoços, desenhos das crianças, gravatas, cintos, carteiras, meias, garrafas de vinho e camisetas de times de futebol, o que mais deve ser comemorado? Será que os pais ainda são os garantidores daquele espaço de convívio, cumplicidade, sociabilidade, liberdade e, sobretudo, dialogo e amor sem os quais a vida torna-se invivível? Será que o lar que os pais proporcionam aos filhos ainda é o espaço humanizante e de alegria?
A família mudou e ainda vai mudar. Mas há algo que não muda e que assegura o principio da continuidade evolutiva: os pais. Não existe pai sem mãe. Se for verdade, como nos ensinam os cientistas, que num certo momento deve ter havido uma auto-reprodução, a partir da superação desses estagio então todo ser vivo tem um pai/mãe. E quem diz “pai” diz fonte de vida. Por isso o “Pai Nosso” é a oração mais perfeita, ela nos une – na concepção dos cristãos – ao Pai comum, nosso Pai celestial. Ele é o nosso único modelo de perfeição (MT 5,48), do qual nasce uma justiça superior, que supera todas as diferenças para nos congregar unicamente como irmãos, como família.
É claro que a nossa alegria imediata volta-se, no Dia dos Pais, para o pai que temos mais próximo, que é a fonte imediata de nosso nascimento, do qual inclusive herdamos o nome. É também verdade que somente o registro do nascimento não nos leva muito longe. Mas com a nossa imaginação refazemos o percurso de uma alucinante aventura, que remonta a bilhões de anos e nos projeta na origem da própria vida em nosso planeta. Velho ou jovem, o nosso pai tem, de fato, uma historia de bilênios. Ele, eu e você, caro leitor, somos os derradeiros rebentos da imensa arvore da vida.
Realmente , temos de venerar e celebrar os nossos pais!
Enquanto se passava aquela aula, de matemática, resolvendo cálculos, sempre respondendo e lugar de todos, pensei como será o meu futuro e o futuro deles (as). Acordar ao lado dele em sua casa própria, dormir em um colchão confortável, uma casa onde puder fazer a decoração assim de acordo com o gosto, ir ao trabalho em seu carro, fazer resumos do dia-a-dia, ver as crianças sorrindo ao dar um passeio, viajar para a casa dos pais e contar historias do que há acontecido sentindo-se feliz em estar ao lado de quem se ama ahh... Sonho bonito devo-o dizer.
Naquela noite calma, às vezes frio, às vezes quente, tranqüila. A lua brilhava, parecia estar feliz, um pouco de nuvens ao céu e estrelas que não parava de brilhar. Deitados em uma rede, na varanda, contemplando estrelas. Ela parecia preocupada com sua vida pessoal à que todos estavam falar e sentindo medo de seu futuro, mas ao lado dele, tudo que pensava era em amar. Ele parecia emocionado e os seus olhos pareciam estar cansados e quase a chorar, tentou não deixá-la preocupada. Descobrindo que todos os seus problemas são esquecidos e vivem aquele momento quando estão juntos.
Não tinham experiências em comemorações, sem tipos de alimentos, decidem sair, refrescar e viver mais um momento. A sua timidez fazia com que ficasse mais nervosa e ele feliz e um pouco envergonhando, recordando do primeiro encontro, altos risos e afirmações do que sentiam e fez diante quinze anos. Pode ser tímida, mas era cavalheira a ele. Segundo os pensamentos dos dois se batiam, fazendo acontecer à mesma reação. Voltar para casa e abraçar-se para livrar-se do frio que estava. As ruas vazias, pouco movimentos, já estava tarde e passou-se rápido ate acordar para ir a escola, pois já era outro dia.
Duas irmãs, duas fases, duas partes. Um ventre, um quarto, uma infância em comum.
“O mundo infantil da irmã menor – leve e livre – rodeando a menina bailarina, recém saída desse universo da primeira infância, concentrada, já com a postura disciplinada e elegante do ballet.”
Ela vai mudar;
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Para conversar, perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela, que estava com saudade,
Mesmo sem ter esquecido que...
Ele vai mudar;
Escolher um jeito novo de dizer “alô”
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar,
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar, pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela, estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que...
Ele pensa nela;
Ela tem saudade;
Mesmo sem ter esquecido que...
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É SEMPRE amor, mesmo que alguém esqueça o que passou...
Sabe aquele dia que tudo é estranho para você? que tudo pode incomodar o seu pensamento, palavras e ações? Aquilo que você sente e não sabe explicar a ninguém e nem a você mesma? Imaginando coisas que vem diante de sua caixa de memória, relembrando a infância, algo que te fez ferir no fundo e tem medo que todos saibam? Imaginar o que tem há acontecer com todos no futuro? Ver a maldade se espalhando cada vez mais e ficar na sua? Pensando em tentar ajudar aos outros e só vê ambição nas pessoas, o poder? Tentar não sentir ódio de seus próprios pais e nem do seu irmão (ã)? Conversar com ele e ter medo de contar o que tem acontecido? É, sim, eu me sinto cada dia mais estranha, pensamentos me soam e tento cada vez mais ficar mais distante do mundo e da sociedade, quem sabe me ausentar de tudo, sinto que é impossível mais tento. Sinto medo das pessoas que pensa em si próprio, pessimistas, ao ver os seus próprios filhos pedirem um pedaço de pão e vê que nem uma migalha poderá dar-los. Ao lembrar que existem pessoas esperando pelo menos um agasalho para se proteger do frio e ainda reclamos do que temos? Ao ouvir uma música de repente a porta se abre e sinto que vem mais problemas a mim, tento refletir em baixo de algo que retire todos os pensamentos onde posso ficar a mim, só a mim, afogando magoas tendo o reflexo de tudo que se passou em sua vida, e tentar acalmar a sua raiva, o seu ódio por tudo que foi causado, tudo que sentiu em toda em sua vida até hoje. Ao se olhar no espelho, lembrar-se da pessoa que você a ama e pedir a Deus, para nunca abandoná-la e sempre, sempre dizer que a ama pelo menos uma vez, sentir-se preocupada com ele e fazer de tudo para nunca magoa-lo, quem sabe talvez pedi-lo para mais uma vez dizer que a ama e nunca, nunca abandonar um coração que o necessita para sobreviver, como irei aturar viver em sete dias sem poder sentir o timbre de sua voz? Devo-o dizer eu sinto saudades já e agora de você. Eu te amo, me desculpa, mas não posso evitar que minhas lágrimas caiam por ti. Me desculpa se te fiz chorar, mas, sempre eu vou te amar.
Ser Filha de Jó: Uma gota de orvalho que caiu na madrugada assentou-se numa pétala de rosa e com os primeiros raios de Sol, tomou aparência de um diamante, encantando a todos com seu brilho e sua pureza. Outra também caiu e se misturou coitada, com a terra. Sujou-se, enlameou-se e ficou desprezível. Alguns nem a viram, ou até viram e pisaram. As Filhas deJó são como as gotas de orvalho caídas sobre a pétala de rosa que com sua simplicidade encanta o mundo. Antes éramos como a outra gota, que caiu e se misturou com a terra. Éramos apenas jovens no meio de jovens, mas que por muitas vezes não estavam no caminho certo. Mas nós fomos escolhidas para mostrar ao mundo a beleza e o compromisso de ser jovem. Todas as coisas boas da vida nascem em ambiente onde reina a calma e a harmonia. Não se conhece nada de bom que tenha suas origens plantadas na discórdia ou no ódio, mas dos corações que convivem com o amor e harmonia não se pode esperar outra coisa se não paz, que é a tranqüilidade na Ordem.
Por isso fundamos o Bethel Mensageiras da Paz, onde temos o compromisso de semear tudo de bom que esse mundo possui. Para isso teremos que lutar. Pois sabemos que só vencem os que lutam. Vencem na vida os que a encaram com permanente otimismo. Vencem sempre os que sabem lutar sem perder a direção da vitória. Vencem aqueles que não desanimam diante das dificuldades, para os quais os obstáculos servem como degraus para a subida e a concretização de nossos objetivos. Juntas, como Filhas de Jó, formamos uma corrente positiva capaz de mostrar que é possível apesar de todas as barreiras ter um mundo melhor. Ser Filha de Jó é saber respeitar os nossos pais que tanto nos amam e nos querem bem. Ser Filha de Jó é fruto de uma conquista que devemos agradecer aos nossos estimados tios maçons que constituem uma verdadeira família. "Obrigada por poder fazer parte dela!". Ser Filha de Jó é sentir que há um pouco de mim em cada uma de minhas irmãs e um pouco de cada uma em mim e juntas seremos o verdadeiro exemplo de amor e união. Uma Filha de Jó deve ter orgulho em dizer: EU SOU UMA FILHA DE JÓ.